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As três diferenças entre a pessoas produtiva e a pessoa ocupada.

1. Ocupar o tempo vs. aproveitar o tempo

Existe uma coisa chamada Lei de Parkinson, que diz que “O trabalho se expande para preencher o tempo disponível para ser concluído”. Ou seja, se você fala pra uma pessoa ocupada “Você tem até tal hora para entregar algo”, essa pessoa dará um jeito de ocupar essas horas, mesmo que o prazo esteja extremamente folgado.
Por outro lado, as pessoas produtivas pensam “Preciso entregar essa tarefa. Vou dar um jeito de aproveitar as horas que tenho e entregar o máximo possível”.
Com esses pensamentos diferentes, dificilmente uma pessoa ocupada entregará algo antes do prazo. Em compensação, a pessoa produtiva está sempre pensando em formas de entregar além do esperado.

2. Fazer o que acontece vs. fazer acontecer

Uma pessoa “ocupada” se distrai muito fácil. Isso acontece porque sem um objetivo claro, qualquer interrupção parece relevante e o que é importante mas não é urgente fica sempre deixado pra depois.
A pessoa produtiva sabe que precisa alcançar um objetivo importante. Tudo que não estiver relacionado com esse objetivo deve ser ignorado até o objetivo seja alcançado.
Faz sentido imaginar um piloto de F1 checando o Facebook a cada 5 minutos durante a corrida? Por que faria pra você?

3. Seguir as regras vs. criar as regras

Pessoas sem postura produtiva normalmente recebem uma sequência de tarefas e saem executando sem entender muito bem o porquê. Isso tira a motivação e aumenta muito a dificuldade da tarefa.
Em compensação, pessoas produtivas fazem questão de entender exatamente onde precisam chegar. A partir disso, elas conseguem criar seus próprios planos e executá-los de maneira eficiente.
Conclusão: Produza ou descanse, enrolação é desperdício
Que fique bem claro, trabalhar 37 horas por dia dificilmente é a coisa mais produtiva a se fazer. Assim como qualquer máquina, o corpo humano precisa de manutenção e se você não tiver momentos para descansar, uma hora a máquina quebra.
Por isso, não tem problema algum checar Facebook, tirar um cochilo ou levantar pra tomar uma água, desde que seja num momento em que você esteja conscientemente descansando.
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Maior prédio comercial movido a energia solar do mundo é inaugurado na China

Fica na China o maior prédio comercial movido a energia solar do mundo. O empreendimento, conhecido como Altar do Sol e da Lua, possui cinco leques de painéis solares instalados na cobertura, que ocupam uma área de cinco mil m², gerando 95% da energia necessária para o local.
O edifício de 75 mil m² abrigará escritórios, centros de pesquisa científica, salas de reunião e treinamento, um centro de exposições e hotel. Além dos painéis solares, que economizam mais de 30% mais energia do que a meta de economia estipulada pelo governo, a concepção do projeto do prédio também foi ecoeficiente, exigindo apenas 1% da quantidade de aço que foi utilizada na construção do Ninho do Pássaro, um dos estádios olímpicos de Pequim.
Já com relação ao design, segundo o governo chinês, o prédio é inspirado em um relógio de sol e nos caracteres chineses para sol e lua. A cor branca adotada na fachada simboliza energia limpa, além de ajudar a refletir a luz do sol, reduzindo o calor.
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Dubai terá prédio giratório de 80 andares

Arranha-céu sustentável terá 79 turbinas eólicas para produzir energia entre os andares giratórios.
O primeiro projeto de um arranha-céu em movimento no mundo será construído em Dubai (Emirados Árabes), em seguida, outro será erguido em Moscou (Rússia). O anúncio foi realizado pelo arquiteto italiano David Fisher, que deixou clara a intenção de levar o projeto para outros locais.
O empreendimento de Dubai foi batizado de Dynamic Tower. O movimento giratório de cada andar ocorre de forma independente e será controlado por voz. Ele terá 80 andares e 420 m de altura. Os primeiros 20 andares serão escritórios. Entre o 21° e 35° pavimentos haverá um hotel de luxo. Os demais andares serão destinados à residências com áreas médias de 124 m². Entretanto, os apartamentos dos dez últimos pavimentos, nomeados de Villas, terão 1.200 m² cada, com a vaga do estacionamento dentro da unidade.
Em Dubai, o Dynamic Group, responsável pela obra, prevê a participação de 600 pessoas na fabricação dos pré-moldados e 60 técnicos no canteiro. Se o empreendimento fosse executado de forma tradicional, a empresa afirma que seriam necessários 2 mil trabalhadores.
O segundo Dynamic Tower está planejado para Moscou e já se encontra em fase avançada de projeto. A construtora é a Mirax Group, administrada pelo construtor internacional Sergei Polonsky. A torre em Moscou será menor que a de Dubai, terá 70 andares e 400 m de altura. A área de 110 mil m² receberá escritórios, apartamentos e penthouses. Neste edifício serão investidos mais de US$ 400 milhões.
Pré-moldados
O Dynamic Tower será montado com peças pré-moldadas, que serão fabricadas na Itália e enviadas aos seus destinos. Essas peças chegarão ao canteiro com acabamento e também com sistemas elétricos e hidráulicos. Os segmentos dos pavimentos serão içados até a posição. O arquiteto italiano estima que a industrialização da construção do projeto provoque uma economia de 20%. "Cada andar do edifício pode ser concluído em apenas seis dias", afirma o arquiteto David Fisher.
A sustentabilidade também é um diferencial no projeto, que embute turbinas eólicas para gerar energia entre cada andar giratório. "O edifício é ecológico e o primeiro projetado para gerar a sua própria eletricidade, bem como para outros edifícios nas mediações", explica Fisher. No caso de Dubai, serão 79 turbinas. O arquiteto italiano pretende executar uma terceira torre em Nova York.
O Brasil também tem um edifício com andares que giram, independentemente, para a esquerda e para a direita. Entretanto, o Suíte Vollard, localizado em Curitiba, é menos complexo. Possui apenas 11 pavimentos.

Fonte: Piniweb
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Fazendas Verticais

Está surgindo uma nova versão do conceito de greenbuilding, “edifício verde”, os novos projetos além de prevêem a geração da própria energia, reutilização da água e reciclagem também geram alimento para seus moradores ou vizinhança.



Recentemente, foi a vez do escritório belga Vincent Callebaut Architectures propor o edifício, ainda não aprovado, Dragonfly Vertical Farm, para a cidade de Nova York.
O empreendimento de 132 pavimentos e 600 metros de altura poderia acomodar 28 setores diferentes para a produção de frutas, vegetais, grãos, carne e leite.
Basicamente a mesma função do empreendimento canadense Harvest Green Project, elaborado pelo escritório Romses Architects, e que venceu a competição "The 2030 Challenge" (em tradução literal, "O Desafio de 2030), criada para premiar as melhores soluções e projetos que diminuam a emissão de carbono na atmosfera.


Seja em Nova York ou no Canadá, a fórmula de criação desses arranha-céus é praticamente a mesma: são edifícios em áreas urbanas, que possuem sistemas de geração de energia solar e/ou eólica e andares divididos em diversas produções agrícolas. A geração da energia própria para o funcionamento do prédio e o cultivo de alimentos para os seus moradores ou vizinhança dariam a esses prédios a característica de autossustentáveis.
O projeto Dragonfly Vertical Farm, por exemplo, foi inspirado nas asas de uma libélula e prevê laboratórios de pesquisa e áreas comuns intercalados entre pomares, hortas e salas de produção. Os espaços entre as "asas" possuem sistemas de energia solar que acumulam e mantêm o ar morno dentro da estrutura durante todo o inverno. Já no verão, os jardins verticais exteriores são capazes de filtrar a água da chuva e reutilizá-la nas plantações.
Já o edifício Harvest Green Project possui a mesma diversidade de plantações do Drangonfly Vertical Farm, porém prevê também a construção de espaços abertos para a criação de animais e aves, além de salas para a reprodução de peixes. Ao invés de fachadas convencionais, com pintura, pastilhas ou vidro, o edifício é todo coberto de vegetação rasteira. Para comercializar a produção da fazenda vertical, os arquitetos do escritório Romses Architects projetaram um supermercado aberto ao público no térreo.



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10 Dicas para melhorar sua produtividade

1. Organize os bastidores: deixe seu ambiente de trabalho organizado. Tudo deve estar bem acessível de modo que você não perca tempo procurando algo.

2. Diga “não”: diga “sim” apenas quando necessário ou possível. Evite fazer coisas que lhe tomem tempo à toa ou que apenas lhe trague estresse.

3. Agende direito: quando for agendar uma nova tarefa, leve em conta fatores que tomam tempo como filas, deslocamento e trânsito.

4. Simplifique: a princípio parece que tudo que fazemos é essencial. Mas não é. Aprenda a escolher apenas as tarefas necessárias para seus objetivos.

5. Considere a vida como um todo: divida seus dias em partes – a hora do trabalho, a hora de exercitar e a hora da família. Pensar e fazer tudo ao mesmo tempo trará apenas estresse e derrubará a produtividade.

6. Foco e concentração: guarde suas pendências e to-do-list em um sistema, planilha ou mesmo num papel. Deixar as coisas vagas em sua mente trará distração e esquecimento.

7. Conheça os métodos: existem muitas teorias sobre organização pessoal. Você não precisa seguir todas, mas conhecê-las e selecionar as que você mais se interessar.

8. Encontre seu próprio caminho: mesmo com a dica 7, cada um é cada um, você pode (e deve) criar seus próprios métodos de organização.

9. Saiba a razão do seu interesse em produtividade: para que você quer fazer mais em menos tempo? Às vezes não sabemos a resposta e acabamos trabalhando mais do que nosso corpo aguenta e ficamos estressados.

10. Não erre o foco: Para quem quer ganhar produtividade e eficiência, o fundamental é analisar sua situação, informar-se suficientemente a respeito, e aí encontrar rapidamente uma técnica que funcione bem, e segui-la, para aí voltar a se concentrar em seus próprios objetivos pessoais, evitando desenvolver uma obsessão pela busca da máxima produtividade possível.

Inovações Tecnológicas Sustentavéis

Muitas idéias inovadoras acabam esbarrando em antigos conceitos. Só que quebrar paradigmas tornou-se uma exigência da sociedade atual e, também, do mundo dos negócios.

Apesar de exemplos históricos mostrarem que inovações tecnológicas podem acontecer naturalmente, uma nova tecnologia pode demorar um longo tempo para entrar no mercado. Daí a importância da intervenção do governo, na forma de incentivos, para acelerar o acesso a essas novas soluções.

A interdependência tecnológica prevê que a difusão de uma nova tecnologia requer mudanças complementares em outras partes do sistema. Estas mudanças, geralmente, exigem custosos investimentos como, por exemplo, a substituição de infra-estrutura, a mudança nas habilidades da força de trabalho, nas relações entre consumidores e produtores, no sistema legal, etc. Como resultado, os interesses dos grupos que se beneficiam do sistema tecnológico presente resistem à introdução de novidades incompatíveis com o sistema tecnológico existente.

Vemos nas questões do meio ambiente a urgência de inovações, como as que destacamos abaixo:

1 – GERE ELETRICIDADE E COMA DE GRAÇA
Em Copenhague, Dinamarca, o Crown Plaza Hotel oferece uma chance para quem quer fazer uma boa refeição sem deixar de cuidar do planeta. O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de eletricidade para os hóspedes voluntários. Cada um deles deve produzir pelo menos 10 Watts/hora de eletricidade, o equivalente a aproximadamente 15 minutos de pedalada para um adulto saudável. Após o exercício, o hóspede recebe um generoso vale-refeição: 26 euros, aproximadamente 60 reais.

2 – ENERGIA QUE VEM DA DANÇA
Andrew Charalambous , dono do Bar Surya, em Londres, refez o chão da pista de dança de seu estabelecimento e o revestiu com placas que, ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica. Essa energia é então usada para ajudar na carga elétrica necessária para o funcionamento da casa. Segundo Charalambous, a eletricidade produzida pela nova pista modificada atende a 60% da necessidade energética.

3 – IMPRESSORA LIVRE DE TINTA E PAPEL
Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para existir? Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova d’água, elas podem ser facilmente apagadas. É só colocá-las novamente na impressora que, através de outra temperatura, a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes.

4 – TELHADO VERDE
O prédio de cinco andares da Escola de Arte, Design e Comunicação da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura, conta com uma cobertura vegetal e sua forma orgânica se mistura com a natureza onde está inserida. Os telhados revestidos de grama servem como ponto de encontro informal, além de ajudar no equilíbrio térmico do edifício e na absorção da água da chuva.

5 – PIA QUE REUSA ÁGUA
Confeccionada em concreto polido, a pia ‘Jardim Zen’ possui um canal que aproveita a água utilizada na lavagem das mãos para molhar uma planta. O sabão é retirado por um filtro instalado no início do canal, que drena o liquido e só deixa água sem sabão escorrer até a planta. Criada pelo designer Jean-Michel Montreal Gauvreau, a pia pode ter cuba dupla ou simples.

6 – CHUVEIRO QUE REDUZ O TEMPO DO BANHO
O designer Tommaso Colia criou o chuveiro Eco . O equipamento possui círculos concêntricos como tapetes no chão, que vão crescendo enquanto o chuveiro está ligado. Após um tempo, a sensação fica tão incômoda que o usuário é forçado a sair do banho. Com isso, economiza-se água.

7 – INTERRUPTOR ENSINA AS CRIANÇAS A ECONOMIZAR ENERGIA
Tio é o nome do interruptor em forma de fantasma que avisa, através de sutis luzes, o tempo em que a lâmpada está acesa. Até uma hora, a expressão do fantasminha é feliz e a luz do interruptor permanece verde. Se a luz é deixada ligada por mais de quatro horas, ele se assusta e fica amarelo. Já se o morador da casa deixa a luz acesa por mais de oito horas, o fantasma se zanga e fica vermelho. Com o auxílio visual e tátil, espera-se que as crianças tomem consciência do desperdício de energia de uma maneira divertida.

8– GRAMPEADOR SEM GRAMPOS?
Uma empresa decidiu criar o grampeador sem grampos! Em vez dos grampos a que todos estamos acostumados, ele “recorta pequenas tiras de papel e as usa para costurar até cinco folhas de papel juntas”.
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Iluminando com Eficiência

O governo brasileiro pretende eliminar as lâmpadas incandescentes do mercado até 2016 e substituí-las por outras mais eficientes, como as florescentes compactas e os Leds (diodos emissores de luz). A estimativa é que a economia de energia em iluminação chegue a 80%, não só no país, mas também na casa das pessoas.

Fluorescentes ou Leds?

As lâmpadas mais eficientes são mais caras. Por outro lado, duram muito mais. Ao longo de sua vida útil, as fluorescentes compactas ficam cinco vezes mais baratas que as incandescentes. Isso significa que pagam o seu investimento em menos de três meses com economias na conta de luz.

Bem mais caros e eficientes, os Leds compensam financeiramente em um prazo mais longo – a partir de cinco anos – em função do tempo de vida útil e maior economia (até 85%). No mercado já há modelos em formato de bulbo com o mesmo soquete de uma lâmpada incandescente.

Na hora de construir vale pensar na economia de energia. Painéis duplos nas esquadrias estabilizam a temperatura. A ventilação natural reduz o uso do ar-condicionado. Sem contar que um bom projeto de iluminação também ajuda a economizar energia, especialmente quando utiliza dimmers (controle de intensidade da luz), timers, sensores de presença e bom aproveitamento de luz natural.

Fonte: Manual de etiqueta 3.0 - Planeta sustentável
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O controle de cupins subterrâneos e a biodeteriorização da madeira

No meio urbano, os cupins são conhecidos pelos prejuízos que causam ao atacar a madeira e outros materiais, como papéis e tecidos.
Para atender ao mercado da construção civil, há diferentes espécies de madeiras comercializadas, desde as de baixa durabilidade natural, até as de alta durabilidade, mas utilizadas com alburno (parte externa, mais nova e funcional) sem tratamento. Isso reflete uma situação preocupante face aos problemas crescentes da deteriorização causada por insetos xilófagos (que utilizam madeira e seus derivados como fonte de alimento).
O uso apropriado da madeira (selecionada e tratada com produtos adequados) pode incentivar e ampliar o mercado de madeira, consolidando-a como um material ambientalmente sustentável. Porém, as estatísticas sobre o uso da madeira tratada na construção civil mostram que o mercado brasileiro ainda não está devidamente preocupado com a questão da biodeteriorização da madeira. Estima-se que a produção anual de madeira tratada no Brasil seja de cerca de 665 mil metros cúbicos. Desse total, apenas 3% tem como destino a construção civil (65% vai para a produção de moirões, 25% para postes e 7% para dormentes ferroviários).
Em cidades como São Paulo, observam-se graves problemas e grandes prejuízos econômicos com o ataque de cupins subterrâneos em edificações. As principais causas desta infestação relacionam-se ao uso inadequado da madeira no ambiente construído e à falta de conhecimento biológico e ecológico das espécies-praga.
Cabe ressaltar que a maior parte das espécies de cupins não causa qualquer prejuízo à sociedade, sendo importante para a degradação orgânica e a liberação de nutrientes nos ecossistemas. Umas poucas espécies, no entanto, provocam prejuízos na ordem de até US$ 10 bilhões/ano com tratamentos químicos, reparos e substituição de peças atacadas nas áreas urbanas mundiais.
Entre os diferentes cupins-praga, o que causa maior impacto econômico é o Coptotermes gestroi Snyder (Rhinotermitidae, Coptotermitinae), cupim subterrâneo de origem asiática introduzido no Brasil no início do século XX.

Como combater essas pragas?

Medidas de gestão ambiental urbana visando o controle dos cupins subterrâneos devem ser aplicadas de forma integrada, na prevenção e no controle de infestações. Para tanto é fundamental:
• A identificação da espécie de cupim;
• A localização do imóvel, com o georreferenciamento e o mapeamento das ocorrências para o monitoramento e registro da infestação urbana;
• A análise detalhada do projeto construtivo considerando as características de uma infestação por cupins. Isso inclui a identificação de espaços perdidos e sua acessibilidade para facilitar futuras inspeções e/ou tratamentos;
• A seleção da espécie mais adequada ao uso pretendido, de acordo com as condições de exposição e riscos de infestação.
• O risco de biodeterioração, minimizando fatores que acelerem o processo de biodeterioração, como a umidade;
• O gerenciamento de resíduos contendo material celulósico. Essa é uma medida relativamente simples que requer principalmente o controle da limpeza da obra;
• As tecnologias de controle e prevenção com a aplicação de produtos químicos pré e pós-construção em madeiras e solo;
• A escolha correta das espécies botânicas para arborização e paisagismo.
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